- Até à Páscoa, o acesso ao centro histórico de Sintra está condicionado aos veículos particulares, com os autocarros a ter de estacionar em parques.
- A medida é apresentada como uma experiência, com perspetivas de manter-se após a época pascal.
- O teste é supervisionado pelo presidente da Câmara Municipal de Sintra, Rui Ferreira, que afirma que o trânsito tem fluído.
- O proprietário de uma mercearia na Rua Dr. Alfredo da Costa, que já funciona há catorze anos, descreve a circulação como congestionada habitualmente e vê com bons olhos as restrições temporárias.
- A autarquia aponta que o objetivo é reduzir dificuldades de circulação no centro histórico e melhorar a mobilidade na vila.
Até à Páscoa, o centro histórico de Sintra tem restrições para carros particulares, e os autocarros devem estacionar em parques. A medida é apresentada como um teste para observar impactos no tráfego.
O presidente da câmara, Rui Ferreira, diz que os resultados são promissores e que o fluxo de trânsito tem estado estável. O testemunho de um comerciante na Rua Dr. Alfredo da Costa sustenta a sensação de melhoria.
O comerciante, que gere uma mercearia há 14 anos, reconhece o agravamento tradicional da circulação naquela via. Observa que, durante o período de condicionamento, a entrada no centro está menos entupida, o que parece confirmar a eficácia da medida.
Condicionamento no centro histórico
O Executivo municipal confirmou que as regras permanecem em vigor até à Páscoa. A autarquia aponta ainda para potenciais estudos de continuidade, caso os resultados se mantenham positivos.
Aplaneamento logístico inclui pontos de estacionamento para autocarros e vias de acesso reguladas. As autoridades pretendem analisar dados de fluxo, velocidade média e tempo de viagem para futuras decisões.
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