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Morreu Jorge Barros, fotógrafo de Portugal e do Atlântico

Morreu Jorge Barros, fotógrafo de Portugal e do Atlântico, aos oitenta e um anos; legado de mais de trinta livros e o último título Espantalhos e Campos chega às livrarias

Jorge Barros fotografou Portugal ao longo de uma carreira de mais de 40 anos
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  • Morreu em Lisboa, aos 81 anos, o fotógrafo Jorge Barros, natural de Alcobaça (1944), com mais de quatro décadas de carreira.
  • Trabalhou com o geógrafo Orlando Ribeiro e ficou associado à paisagem açoriana; autor de mais de trinta livros e presença em centenas de exposições.
  • O último livro dele, Espantalhos e Campos, terá edição comercial em breve, com prefácio de Onésimo Teotónio de Almeida.
  • O velório realiza‑se hoje, a partir das 17h, na Galeria Carlos Paredes da Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa; o funeral é amanhã, às 16h, no crematório do Cemitério dos Olivais.
  • O jornalista Fernando Alves dedicou-lhe uma crónica na TSF; Barros também atuou em cinema/ televisão, na revista Atlantis, em livros de filatelia, foi formador no Cenjor e integrou a direção da Sociedade Portuguesa de Autores entre 2003 e 2006.

Jorge Barros, fotógrafo português com mais de quatro décadas de carreira, faleceu na terça-feira, em Lisboa, aos 81 anos. A confirmação foi feita à Lusa por uma fonte junto da família.

Ao longo de mais de 40 anos, Barros testemunhou Portugal e, em especial, os Açores, através de vasto espólio que integra livros, exposições e colaborações com nomes como Orlando Ribeiro. O seu percurso abrange cinema, televisão e imprensa.

Nascido em Alcobaça, em 1944, Barros publicou mais de 30 livros e participou em diversas exposições. Entre as obras relevantes destacam-se trabalhos sobre o Mediterrâneo, o Atlântico e a paisagem açoriana, bem como títulos de autores portugueses.

O último livro, Espantalhos e Campos, encontra-se em preparação para edição comercial, após uma edição especial ter ficado pronta. O livro de inauguração de uma nova fase é aguardado por editores e leitores.

Entre as obras com forte ligação aos Açores destacam‑se títulos como Solenidades dos Açores, Ilhas Desconhecidas e Corvo, a Ilha da Sabedoria, além de volumes dedicados a autores nacionais como Fernando Assis Pacheco e Lídia Jorge.

No seu historial profissional, Barros foi também formador de fotojornalismo no Cenjor e integrou a direção da Sociedade Portuguesa de Autores entre 2003 e 2006. O seu legado inclui contribuições para cinema, televisão e para a revista Atlantis.

O velório decorre hoje, a partir das 17h, na Galeria Carlos Paredes da Sociedade Portuguesa de Autores, em Lisboa. O corpo seguirá amanhã para o funeral, às 16h, no crematório do Cemitério dos Olivais. Impera o reconhecimento pelo contributo para a fotografia e a cultura portuguesa.

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