- O homem que se atirou da varanda do oitavo andar, com a filha ao colo, já tinha ameaçado matar a filha de 4 anos para se vingar da companheira.
- A ameaça ocorreu num contexto de violência doméstica, que esteve na origem de dois inquéritos.
- O primeiro inquérito foi aberto em 2024, movido pela mulher contra o companheiro, de 33 anos.
- O Ministério Público arquivou o primeiro processo por falta de prova e o segundo foi instaurado neste mês.
- A vítima não confirmou às autoridades as declarações iniciais, e o silêncio, juntamente com a ausência de outras provas, levou ao arquivamento do primeiro processo.
O homem que, na madrugada de domingo, se atirou da varanda do oitavo andar com a filha ao colo já tinha ameaçado matar a criança de 4 anos para se vingar da companheira. A ameaça ocorreu num contexto de violência doméstica, que esteve na origem de dois inquéritos.
Segundo o Ministério Público, a vítima, mulher, apresentou a queixa pela primeira vez em 2024 contra o companheiro, de 33 anos. Contudo, ao longo do processo, a mulher não confirmou as declarações iniciais, mantendo o silêncio, o que contribuiu para a ausência de provas suficientes.
O MP arquivou o primeiro inquérito por falta de prova, e o segundo foi instaurado este mês. A situação envolve ainda a sobrevivente da criança, que permanece sob proteção, e a análise de eventuais responsabilidades criminais relacionadas com o comportamento do homem.
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