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PJ detém dois homens suspeitos de falsificar 800 atestados de residência

PJ detém dois suspeitos de fraude organizada que falsificou cerca de 800 atestados de residência, cobrando entre 130 e 200 euros a estrangeiros para regularizar a residência em Portugal

Os detidos são suspeitos de se aproveitarem da vulnerabilidade de cidadãos estrangeiros que pretendiam regularizar-se em Portugal
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  • A Polícia Judiciária deteve dois homens, de 42 e 64 anos, suspeitos de obter fraudulentamente cerca de 800 atestados de residência.
  • A operação, com dois mandados de detenção e sete de busca, ocorreu em Loures e Odivelas e está a cargo do Departamento de Investigação e Ação Penal de Loures.
  • Os suspeitos teriam criado uma estrutura organizada para obter os atestados mediante moradas falsas e testemunhas que confirmavam factos junto da entidade autárquica, visando a regularização de cidadãos estrangeiros.
  • Os cidadãos estrangeiros pagavam entre 130 e 200 euros pela regularização, segundo a PJ.
  • Os detidos foram apresentados a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.

A Polícia Judiciária deteve dois suspeitos de integrar uma organização dedicada à emissão fraudulenta de atestados de residência para cidadãos estrangeiros. A ação ocorreu na terça-feira, em áreas nos concelhos de Loures e Odivelas, no âmbito de um inquérito dirigido pelo Departamento de Investigação e Ação Penal de Loures.

Segundo o comunicado da PJ, os dois homens, com 42 e 64 anos, criaram uma estrutura estável e organizada para obter de forma fraudulenta cerca de 800 atestados de residência. Os documentos indicavam moradas onde os residentes não viviam, com o apoio de testemunhas que atestavam a veracidade dos factos perante a entidade autárquica competente.

A operação envolveu dois mandados de detenção e sete de busca e apreensão. A atuação visou regularizar a situação de imigração de cidadãos estrangeiros em Portugal mediante a emissão de atestados adulterados, mediante a cooperação de intervenientes e angariação de interessados.

Os suspeitos cobravam entre 130 e 200 euros por cada atestado, aproveitando a sua vulnerabilidade. A investigação aponta para uma divisão de tarefas que incluía disponibilização de moradas, recrutamento de interessados e obtenção de proveitos económicos ilícitos.

Os detidos vão apresentar-se a primeiro interrogatório judicial, devendo ser aplicadas as medidas de coação cabíveis. Mantêm-se em investigação perícias e diligências para esclarecer a extensão do funcionamento da rede.

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