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Agressões a enfermeiros nas urgências de Famalicão levam à condenação

Doze arguidos são condenados a penas entre oito anos e três anos e dez meses por agressões planeadas a enfermeiros e a um segurança no serviço de urgência do hospital de Famalicão, em março de 2022

Agressões no serviço de urgência do hospital de Famalicão ocorreram em março de 2022
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  • Doze arguidos, todos familiares entre si, foram condenados pela agressão a dois enfermeiros e a um segurança no serviço de urgência do hospital de Famalicão, em março de dois mil e vinte e dois.
  • As penas vão desde oito anos de prisão até três anos e dez meses; dez arguidos cumprem a pena efetivamente e dois ficam com pena suspensa.
  • O coletivo de juízes considerou provado que a ação foi planeada e que todos participaram nas agressões.
  • O ataque começou com um grupo liderado por Joaquim, pai da alegada vítima, que invadiu o serviço de urgência exigindo cuidados imediatos e retirou uma maca.
  • No interior do serviço, os agressores injuriaram e agrediram os profissionais com socos, pontapés e barras de ferro, provocando ferimentos graves.

Os 12 arguidos, todos familiares entre si, foram condenados pela agressão a dois enfermeiros e a um segurança do serviço de urgência do hospital de Famalicão, ocorrida em março de 2022. As penas variam entre oito anos e três anos e dez meses de prisão. Dez vão cumprir pena efetiva e dois ficam com pena suspensa.

O coletivo de juízes do tribunal de Guimarães considerou provado que o grupo participou de forma organizada nas agressões, em que houve entrada forçada no serviço de urgência para exigir atendimento imediato a uma jovem. O caso ocorreu na madrugada de 22 de março de 2022.

Condenação e penas

Um primeiro grupo, liderado por Joaquim, pai da alegada vítima, chegou ao serviço a pedir uma maçã em tom intimidatório, seguido por quatro arguidos que bateram na porta, forçaram a entrada e retiraram uma maca. Os restantes somaram novas agressões.

Dentro do serviço, o primeiro grupo iniciou os murros e pontapés contra o enfermeiro que pediu calma, com apoio de barras de ferro arrancadas das macas. Entraram os demais arguidos e também agrediram o profissional, segundo o tribunal.

Uma enfermeira tentou interromper as agressões ao colega, mas também foi agredida com socos, pontapés e puxões de cabelo. Relata o tribunal que recebeu ainda golpes com barras de ferro. O juiz afirmou que foi uma ação planeada por todos os arguidos.

Desdobramentos

As agressões deixaram ferimentos graves nos enfermeiros e no segurança do serviço de urgência. O veredito confirmou a dimensão do ataque e a participação de todos, que planejaram a atuação durante a intervenção na urgência.

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