- O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, acusa a Amadora de “invadir” território do concelho.
- Em resposta, avançou com uma “muralha de árvores” na zona de Carnaxide para travar novas construções.
- Alega ocupação indevida de solo com logradouros que têm acessos a partir da Amadora e até “portões clandestinos”.
- A autarquia vizinha desvaloriza o conflito, garantindo legalidade e cooperação institucional.
- O tipo de reclamação e as ações ocorrem após a divulgação de um vídeo na semana em que Morais denuncia a situação.
Oeiras acusa a Amadora de invadir território do concelho e já mandou avançar com uma muralha de árvores na zona de Carnaxide para travar novas construções. A Câmara de Amadora refuta a leitura de invasão, assegurando legalidade e cooperação institucional entre os municípios.
No vídeo divulgado esta semana, Isaltino Morais sustenta que há obras a avançar para território de Oeiras na Serra de Carnaxide. Aponta logradouros com acessos a partir da Amadora e aponta para portões alegadamente clandestinos.
A autarquia de Amadora, por sua vez, afirma manter atuação dentro da legalidade e manter abertura ao diálogo com o município vizinho. O objetivo, dizem, é impedir ocupação indevida de solo em zonas limítrofes.
Disputa territorial e resposta institucional
Isaltino Morais acusa irregularidades na expansão urbanística a partir do concelho vizinho, enquanto a Amadora garante cumprir normas urbanísticas. O caso envolve a Serra de Carnaxide e áreas adjacentes, com impacto na gestão do solo.
As duas câmaras não detalharam quais estruturas legais sustentam as suas leituras do que está a ocorrer. Ninguém indicou prazos ou consequências administrativas definitivas para o conflito.
A posição de cada autarquia permanece centrada na legalidade das ações e na cooperação institucional. Não há, até ao momento, confirmação de medidas judiciais associadas ao tema.
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