- As princesas Eugenie e Beatrice, filhas de André e Sarah Ferguson, vivem em palácios da família real que pertencem ao patrimônio da coroa, sem terem funções oficiais na monarquia.
- Continuam isentas de pagar renda há quase duas décadas, apesar de carreiras próprias e de estarem casadas com homens bem-sucedidos.
- A situação foi tornada pública por um relatório do Tribunal de Contas do Reino Unido, que gerou debate sobre o arranjo mantido pela antiga rainha e hoje aplicado por Charles III.
- O relatório surge numa altura em que se discute o acordo de “renda simbólica” da Royal Lodge, ligado a Andrew Mountbatten-Windsor.
- O tema volta a estar sob escrutínio mediático, com cobertura dos tabloides sobre o comportamento público das princesas no contexto da monarquia.
As filhas de príncipe Andrew e de Sarah Ferguson vivem há anos em palácios da família real sem pagar renda, mesmo sem funções oficiais na monarquia. O arrangements foi criado por Isabel II e mantido por Charles III, segundo um relatório do Tribunal de Contas do Reino Unido.
O relatório aponta que Eugenie e Beatrice ocupam imóveis da coroa sem custo, apesar de terem carreiras próprias e maridos de sucesso. A norma não envolve deveres parlamentares ou fiscais diretos associados às residências.
A investigação surge num contexto de controvérsia por causa do caso Royal Lodge e de pressões para terminar o acordo de renda simbólica. O relatório avaliou impactos financeiros e questões de transparência no património real.
Contexto financeiro e controvérsia
- O estudo visa esclarecer a forma como estas ocupações são geridas e quem arca com despesas, além de analisar precedentes históricos.
- Críticos defendem que o arranjo deve terminar para maior transparência pública.
- Defensores apontam que as filhas do príncipe Andrew mantêm um papel não oficial na instituição familiar.
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