- Amanda Ungaro, brasileira de 41 anos e ex-modelo, foi detida pelo Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE) na sua casa, após uma ligação com Paolo Zampolli, antigo empresário da área de modelos.
- Zampolli, que teve relação próxima com a família Trump, trabalhou depois com a campanha de 2016 e hoje atua como enviado especial do presidente dos EUA; a separação dele de Ungaro envolveu disputas de custódia do filho do casal.
- Ungaro sustenta maus‑tratos no ICE durante a detenção de três meses e diz que foi pressionada envolvendo o caso Epstein para atrasar a resolução da sua situação migratória.
- Melania Trump, que aparece pouco nos arquivos do caso Epstein, teve um discurso na Casa Branca em que negou ligações com Epstein e pediu união aos americanos; Ungaro reagiu publicamente nas redes, prometendo expor tudo o que sabe sobre o casal.
- A ex-modelo afirma que vai revelar informações sobre o passado de Donald Trump e de Melania, incluindo acusações de pedofilia, e citou a disputa de custódia do filho de 16 anos como contexto.
Amanda Ungaro, ex-modelo brasileira de 41 anos, foi detida por agentes de imigração dos EUA na sua casa em Nova Iorque. O caso envolve o passado de ela ligada a figuras associadas a redes de tráfico sexual.
O percurso de Ungaro inclui ligações com Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell, bem como a passagem pela Europa para chegar aos EUA. O nome ganhou destaque por ligações a Paolo Zampolli, ex-agente de modelos que depois trabalhou com Donald Trump.
Zampolli deixou de representar Ungaro em 2023, após denúncias de abuso por parte do empresário. A relação com Trump ganhou contornos públicos quando o profissional passou a promover eventos ligados à campanha presidencial de 2016.
A detenção ocorreu na casa de Ungaro após um inquérito de imigração. Ela passou cerca de três meses em instalações do ICE e relatou maus‑tratos durante o período, segundo a própria.
Contexto
Ungaro foi libertada com um novo advogado e acabou por aceitar um acordo que resultou na deportação. A ex-modelo afirma ter entrado com visto de trabalho e passaporte diplomático, defendendo a legalidade da sua permanência no país.
Em suposição de article, o ex-marido de Ungaro seria acusado de influenciar autoridades para detenção, e a relação entre ambos envolveu questões de custódia do filho de 16 anos. A disputa prosseguiu após a separação.
O caso ganhou novo capítulo quando Melania Trump fez um discurso na Casa Branca que mencionou Epstein sem citá-lo diretamente, e afirmou que há mentiras a circular sobre o passado do casal. A primeira-dama não participou diretamente da detenção.
A reação de Ungaro foi publicar mensagens em redes sociais, onde afirmou conhecer a senhora Trump há duas décadas e prometeu expor informações sobre o casal. A comunicação também apontou a intenção de revelar detalhes sobre o passado.
Ambos os lados do caso mantêm-se sob investigação, com foco em procedimentos de imigração e na eventual veracidade de acusações relacionadas ao histórico de Ungaro. O desfecho judicial ainda não é conhecido.
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