- Meghan Markle recusou escrever uma autobiografia milionária, temendo provocar novas polémicas com a família real.
- O sucesso de Spare, livro de Príncipe Harry em 2023, abriu várias propostas para Meghan contar a sua versão.
- Segundo fontes próximas, o receio de perder os títulos reais para ela, para o marido e para os filhos motivou a decisão.
- Apesar de terem deixado funções oficiais em 2020, continuam a ser conhecidos como duques de Sussex e evitam projetos que aumentem as tensões com a família real.
- O See-se que há especulação sobre um regresso parcial à vida institucional, mas Meghan e Harry mantêm foco em evitar novos conflitos.
Meghan Markle recusou várias propostas milionárias para escrever uma autobiografia, após considerar os riscos para a relação com a família real britânica. A decisão surge no contexto de controvérsias geradas por publicações anteriores.
Segundo fontes próximas, o receio central é que o livro possa afetar não apenas Meghan, mas também o marido, o príncipe Harry, e os filhos Archie e Lilibet, levando à perda de títulos reais. O objetivo é evitar novos confrontos com a monarquia.
Harry e Meghan mudaram-se para a Califórnia em 2020 e passaram a ser conhecidos como duque e duquesa de Sussex. Ainda assim, mantêm a designação, enquanto adotam uma postura mais conservadora face a projetos mediáticos.
O fenómeno de vendas de Spare, livro de Harry lançado em 2023, abriu caminho para várias propostas dirigidas a Meghan. Contudo, a estratégia atual é evitar temas que possam reacender tensões com a família real.
Há ainda especulações de um regresso parcial à vida institucional, com um modelo entre o dentro e o fora. Porém, apenas se confirmados, esses planos refletiriam uma mudança de abordagem, não de título.
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