- Cinco mergulhadores morreram na Maldivas na quarta-feira, durante a tentativa de explorar grutas submarinas no atól de Vaavu.
- As grutas de Vaaru situam-se a cerca de cinquenta metros de profundidade, acima da profundidade máxima recomendada para mergulho recreativo (em torno de trinta metros).
- O porta-voz da presidência das Maldivas afirmou que a caverna é tão profunda que mergulhadores, mesmo com os melhores equipamentos, não se atrevem a entrar.
- A operação de resgate é classificada como de alto risco, envolvendo áreas submersas pouco comuns aos trabalhos das equipas de resgate.
- No sábado, um mergulhador que participava na recuperação dos corpos morreu devido a uma doença descompressiva.
O mergulho fatal nas Maldivas ocorreu na quarta-feira, quando cinco mergulhadores perderam a vida ao explorarem um conjunto de grutas submarinas no Atol de Vaavu. Desceram demasiado fundo; a profundidade máxima recomendada para mergulho recreativo é até 30 metros, enquanto as grutas de Vaaru situam-se a cerca de 50 metros. O porta-voz da Presidência das Maldivas explicou que a caverna é extremamente profunda e dificilmente é explorada por mergulhadores mesmo com equipamentos avançados.
A operação de resgate dos corpos é classificada de altíssimo risco, por envolver zonas submarinas que geralmente não são utilizadas pelos mergulhadores de resgate. Nesta intervenção já houve o registo de uma morte adicional: um mergulhador revelou doença descompressiva durante uma tentativa de recuperação de corpos, ocorrida no sábado.
As autoridades estão a acompanhar a investigação para esclarecer as circunstâncias do acidente e eventuais falhas de protocolo. O caso tem atraído atenção internacional pela gravidade das consequências e pelos desafios logísticos associados ao mergulho nessas grutas profundas.
Fonte: reportagem do Correio da Manhã.
Entre na conversa da comunidade