- Clément Berthet, 28 anos, abandonou a 113.ª Volta a França após sofrer uma comoção cerebral na queda do contrarrelógio por equipas.
- Berthet foi a principal vítima das quedas iniciais do Tour, desequilibrando-se e embatendo em Guillaume Martin.
- A Groupama-FDJ ficou oitava no contrarrelógio, a 41 segundos da liderança de Jonas Vingegaard; a AFP aponta para a comoção cerebral como causa do abandono.
- No ano passado, o primeiro desistente foi Filippo Ganna; desde 2023 há desistências muito antecipadas na prova.
- A outra queda no contrarrelógio envolveu a XDS Astana; Simone Velasco, Nicolas Vinokurov e Harold Tejada não sofreram fraturas ou lesões graves.
O ciclista francês Clément Berthet, da Groupama-FDJ, tornou-se no primeiro desistente da 113.ª Volta a França. O corredor, de 28 anos, sofreu uma comoção cerebral após uma queda no contrarrelógio por equipas da primeira etapa. A notícia foi avançada pela equipa, que terminou oitava na tirada, a 41 segundos do líder Jonas Vingegaard, da Visma–Leone a Bike. A agência AFP aponta para a compra de uma comoção cerebral como motivo do abandono.
Berthet foi a principal vítima das duas quedas de maior violência que marcaram o contrarrelógio por equipas de Barcelona. O choque envolveu também Guillaume Martin, que já esteve no top 10 da prova, e acabou por também cair. O abandono de Berthet sucede ao desempenho da equipa, que ficou a uma distância considerável do camisola amarela. O ano passado, o primeiro abandono da competição coube a Filippo Ganna, que hoje lidera a Netcompany INEOS e terminou a etapa em segundo lugar.
Desde 2023 que a Volta a França regista uma desistência logo na tirada inicial, com apenas quatro anos a registarem o primeiro abandono na quinta etapa. Paralelamente, outra queda violenta durante o contrarrelógio por equipas de 19,6 km, em Barcelona, envolveu a XDS Astana. A equipa informou que Simone Velasco, Nicolas Vinokurov e Harold Tejada não sofreram fraturas graves nem lesões de maior gravidade.
Queda no contrarrelógio por equipas em Barcelona
Os incidentes de Barcelona mantêm o foco na segurança dos ciclistas e na coordenação entre equipas durante uma prova exigente. Não houve confirmação adicional sobre impactos clínicos a longo prazo para os restantes ciclistas envolvidos. A organização da Volta ainda não divulgou pareceres adicionais sobre as consequências destes acidentes.
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