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GNR apreende vestuário contrafeito no Porto e Braga, avaliado em 100 mil euros

GNR apreende 15.617 artigos de vestuário contrafeitos, avaliados em 99.233,50 euros, nos distritos do Porto e Braga, com três arguidos e duas empresas

GNR apreendes artigos contrafeitos avaliados em cerca de 100 mil euros
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  • A GNR, através da Unidade de Ação Fiscal, apreendeu mais de quinze mil artigos de vestuário contrafeitos, avaliados em cerca de 100 mil euros, no Porto e Braga.
  • A operação, designada Operação “Griffe”, decorreu num ano e meio de investigação por suspeitas de fraude fiscal qualificada, contrafação, imitação, uso ilegal de marca, venda ou ocultação de produtos e branqueamento.
  • Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão: cinco em residências e quatro em unidades fabris e viaturas.
  • Foram apreendidos quinze mil seiscentos e dezessete artigos de vestuário com referências a marcas registadas, bem como componentes de produção, além de dois telemóveis e documentação relevante.
  • Foram constituídos arguidos dois homens e uma mulher, entre 40 e 50 anos, e duas empresas; os factos foram comunicados ao Departamento de Investigação e Ação Penal de Santo Tirso.

A Unidade de Ação Fiscal da GNR anunciou a apreensão de vestuário contrafeito, avaliado em cerca de 100 mil euros, durante uma operação realizada nos distritos do Porto e de Braga. A ação resultou na constituição de arguidos e de duas empresas envolvidas no caso.

A operação, denominada Griffe, decorreu ao longo de um ano e meio de investigação. Os fiscais cumpriram nove mandados de busca, sendo cinco em habitações e quatro em unidades fabris e viaturas.

Operação e resultados

Foram apreendidos 15.617 artigos de vestuário com referências a marcas registadas, bem como diversos componentes usados na confeção das peças. Também foram apreendidos dois telemóveis e documentação relevante para o inquérito. O valor estimado dos artigos e materiais ascende a 99.233,50 euros.

No total, ficaram a movêis dois homens e uma mulher, com idades entre os 40 e os 50 anos, além de duas empresas. Os factos foram comunicados ao Departamento de Investigação e Ação Penal de Santo Tirso, que acompanha o processo.

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