- ARTimanha regressa à Lagoa do Alvão, Vila Pouca de Aguiar, de três a cinco de julho, para três dias de música, inclusão social, bem-estar e património em contacto com a natureza.
- O arranque, Be Different, envolve cerca de trezentos utentes de instituições de apoio a pessoas com deficiência.
- O programa inclui plogging pela manhã, Ritmos da natureza e debate Cultura e floresta, seguidos de atuações de Duo Improvável, Gajo, Fanfarra da Cebolada e Cheganahora.
- No sábado há workshop Fotografar, naturalmente, atividades para crianças, animação nos Espaços Kids e Consciência, espetáculo infantil e sunset com Difuso, Balklavalhau, Galandum Galundaina e Maryzka.
- No domingo há caminhada interpretativa, banho de argila, showcase de Homem em Catarse e encerramento com Max Bubo, com várias atividades paralelas nos Espaço Consciência, Espaço Kids e Lagoa.
O ARTimanha Festival de Artes regressa a Vila Pouca de Aguiar entre 3 e 5 de julho, na Lagoa do Alvão. O evento aposta em música, inclusão social, bem‑estar e património, em contacto com a natureza. Organização é da Animódia – Companhia de Arte e Cultura, com apoio do Município.
Na abertura, no dia 3, ocorre o encontro Be Different, com mais de 300 utentes de instituições da região dedicada ao apoio a pessoas com deficiência. A manhã inclui uma ação de plogging e a apresentação da performance Ritmos da natureza, protagonizada por utentes do Centro de Atividades Ocupacionais de Vila Pouca de Aguiar.
À tarde, decoram-se debates sobre Cultura e floresta, seguidos de atuações do Duo Improvável e de um sunset com DJ Miguel Ângelo. A noite prossegue com apresentações de O Gajo, a Fanfarra da Cebolada e um live set de Cheganahora.
Programação e espaços
No sábado, 4 de julho, o programa inclui o workshop Fotografar, naturalmente, com o fotógrafo Lino Silva, atividades permanentes nos Espaços Kids e Consciência, animação com o Palhaço Simão e o espetáculo infantil O coração mágico das folhinhas.
O sunset da tarde dá ritmo à noite tradicional, com Balklavalhau, que reinventa o cancioneiro português, e Galandum Galundaina, expoentes da cultura mirandesa e da música transmontana. A madrugada encerra com o DJ set de Maryzka.
No último dia, 5 de julho, o público é convidado a desacelerar na floresta. A programação começa com uma caminhada interpretativa, em parceria com a Associação Campanoo, e uma experiência de banho de argila junto à Lagoa do Alvão. O showcase de Homem em Catarse antecede o encerramento com Max Bubo.
Ao longo dos três dias, atividades paralelas incluem jogos populares, stand up paddle na Lagoa e sessões de relaxamento no Espaço Consciência, com massagens, massagens sonoras e aulas de ioga. O Espaço Kids acolhe oficinas criativas e sensoriais para crianças.
Declarações
José Miguel Carvalho, diretor artístico do ARTimanha, afirma que o tema Cultura e Floresta é uma escolha natural e um compromisso da marca desde a criação do festival. A ideia é aproximar as pessoas do território e promover a preservação do património natural, tornando a Lagoa do Alvão espaço de partilha e descoberta.
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