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Credores da Sicasal aprovam venda à Portral por 11,5 milhões e redução de 76,2% da dívida

Credores aprovam venda da Sicasal à Portral por 11,5 milhões, com redução de 76,2% da dívida e preservação de empregos

Venda da totalidade dos ativos da Sicasal deverá render 12,3 milhões de euros
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  • Credores reúnem-se em assembleia no tribunal de Sintra para votar o plano de insolvência que prevê a venda da Sicasal à Portral por 11,5 milhões de euros.
  • O plano prevê a venda de ativos como imóveis, equipamentos, viaturas, marcas, stocks e clientela, com o valor total estimado da operação a atingir 12,3 milhões de euros.
  • A dívida global dos credores comuns é de 34,7 milhões de euros, com um corte de 76,2%, ficando a receber 23,8% (em torno de 8,2 milhões), ou seja, perdas de 26,5 milhões.
  • Os bancos são os maiores credores, com dívida superior a 20 milhões de euros; entre eles estão o BCP, Caixa Geral de Depósitos, Novo Banco, Abanca e BEI.
  • A venda pretende assegurar a continuidade da atividade, manter postos de trabalho e maximizar o produto para credores; os contratos de trabalho acompanham a transmissão da empresa.

Os credores da Sicasal reúnem-se esta terça-feira em Sintra para votar o plano de insolvência que prevê a venda da empresa à Portral por 11,5 milhões de euros. O processo decorre no tribunal de Sintra, com o administrador da insolvência a apresentar o acordo.

O plano inclui a venda de imóveis, equipamentos, viaturas, marcas, stocks, clientela e demais ativos da Sicasal. Além disso, propõe um corte de 76,2% na dívida dos credores comuns.

A dívida total dos credores está estimada em 34,7 milhões de euros, com os bancos a serem os maiores credores. O valor a pagar aos credores ronda 8,2 milhões, significando perdas superiores a 26 milhões.

Estrutura da dívida e principais credores

Entre os bancos, o BCP é o maior credor, com 7,5 milhões de euros, seguido pela CGD (4,3 M€) e Novo Banco (3,3 M€). Outros credores incluem Abanca (2,7 M€) e BEI (2,3 M€).

Os trabalhadores, a Autoridade Tributária e a Segurança Social ficam com 2,3 milhões de euros, pagos integralmente. O montante total da venda de ativos fica nos 12,3 milhões de euros, incluindo 800 mil euros de leilão.

Perspetiva da transferência e continuidade

A Portral constituirá uma sociedade veículo para adquirir o património da Sicasal, incluindo imóveis, armazéns, máquinas, marcas, bases de dados e stocks. A continuidade da atividade e dos empregos está prevista no plano.

A insolvência da Sicasal foi pedida pelo BCP em dezembro e decretada em janeiro pelo tribunal. O caso envolve ainda um incidente para apurar se houve culpa dos sócios ou administradores na falência.

Contexto adicional

O grupo está entre as maiores empresas de Mafra, com impacto significativo na região. O acordo visa facilitar a transição do património e a maximização do produto para os credores. A decisão final dependerá da aprovação em assembleia.

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Credores da Sicasal decidem venda à Portral por 11,5 ME e corte de 76,2% na dívida
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  • Credores da Sicasal reúnem‑se em assembleia no tribunal de Sintra para votar o plano de insolvência.
  • O plano prevê a venda da empresa de carnes à Portral por 11,5 milhões de euros.
  • Está previsto um corte de 76,2% na dívida existente.
  • O processo faz parte do procedimento de insolvência em curso da empresa.

Os credores da Sicasal reúnem-se hoje em assembleia no tribunal de Sintra para apreciar e votar o plano de insolvência, que prevê a venda da empresa de carnes à Portral por 11,5 milhões de euros. A decisão pode consolidar a recuperação da empresa no processo.

O acordo prevê ainda um corte de 76,2% na dívida, reduzindo o passivo da Sicasal de forma significante. A conclusão do plano depende da aprovação pela assembleia de credores, integrada no processo de insolvência.

A assembleia decorre no âmbito do processo de insolvência da Sicasal, com o objetivo de assegurar a continuidade da atividade e facilitar a transição para a Portral, caso o plano seja aprovado. O tribunal de Sintra é o órgão supervisory responsável.

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