- A Mesa da Assembleia Geral do Vitória defendeu-se das críticas de Viriato Sampaio, candidato da Lista C, que perdeu para Rui Rodrigues (Lista D) por dois votos.
- Em conferência de imprensa, a MAG explicou a composição de cada mesa eleitoral e afirmou que não houve reclamações nem pedido de nova recontagem durante o ato.
- Explicou que os votos por correspondência foram recebidos pelos serviços do VSC e depositados nas urnas antes do início da Assembleia, não havendo endereço próprio da MAG para correspondência.
- Descreveu o processo completo, desde a convocação, com quatro listas e escrutinadores designados por cada uma, até a lavratura de atas e assinatura por todos os membros das mesas.
- Relatou que, após o encerramento, houve tentativa de recontagem pela lista C e a presença de um jurista, com a PSP apenas informada sem intervir no recinto.
A Mesa da Assembleia Geral (MAG) do Vitória Sport Clube respondeu às críticas de Viriato Sampaio, candidato da lista C, que contestou a recontagem de votos e alegou dúvidas sobre os votos por correspondência. O clube venceu as eleições para os órgãos sociais por dois votos de diferença, com Rui Rodrigues (lista D) à frente de Viriato Sampaio.
Em conferência de imprensa no fim de semana, Sampaio questionou a recontagem e o tratamento dos votos por correspondência. A MAG sustenta que as declarações não correspondem à realidade e comprometem o bom nome dos membros presentes da MAG no ato eleitoral.
A MAG explica que cada mesa eleitoral teve um presidente, com reconhecida idoneidade, e quatro escrutinadores indicados por cada lista. Em ata de cada mesa ficaram registados os votos, nulos, brancos e ocorrências, sem qualquer reclamação formal de recontagem na altura.
Relativamente aos votos por correspondência, a MAG informa que não dispõe de endereço próprio para envio de correspondência. Os votos recebidos e descarregados nas urnas foram os recebidos pelos serviços do VSC até o prazo previsto nos Estatutos, antes do início da Assembleia.
Versão oficial da MAG
Segundo o comunicado, o ato eleitoral arrancou com a convocatória para a Assembleia Geral Eleitoral, envolvendo quatro listas. A MAG promoveu consensos para assegurar transparência, igualdade e rigor no processo, com apoio de todas as candidaturas.
A MAG detalha que, na reunião de 27-05-2026, ficou acordado o modelo de escrutínio por mesa: um presidente e quatro membros por lista, mais três suplentes por lista. No dia 11-06-2026, a MAG reuniu-se com presidentes de mesa e fiscais para clarificar procedimentos de identificação de eleitores e contagem de votos.
Ao final, as atas foram assinadas pelo presidente da mesa e pelos membros. Os boletins foram depositados numa urna com a ata correspondente, encerrando a Assembleia com a proclamação dos resultados parciais e finais pela MAG.
O presidente da MAG foi informado, depois, de uma tentativa de recontagem por parte de um elemento da lista C, mas explicou que o ato já tinha sido encerrado e que não houve reclamação formal anterior. A MAG reiterou que não há norma legal para uma recontagem nesse momento.
A MAG também reiterou que não houve contato com a PSP na circunstância, limitando-se a aguardar o desenrolar do processo. Sobre os votos por correspondência, reforçou que o envio depende do recebimento pelos serviços do VSC, dentro do prazo estatutário.
A MAG lamenta a divulgação de uma versão dos factos que não corresponde à verdade, assegurando que continuará a trabalhar com neutralidade, rigor e transparência no associativismo do Vitória. Credita apenas fontes oficiais do clube para o esclarecimento público.
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